Formado em Engenharia de Computação pela Unisanta, Gustavo Furlan é engenheiro de software sênior na multinacional Vivo


Gustavo Furlan, ex-aluno de Engenharia de Computação da Unisanta, atua hoje como engenheiro de software sênior na Vivo, marca da multinacional Telefônica e uma das principais companhias de comunicação do mundo. A empresa atua no Brasil desde 1998 com uma grande variedade de produtos e serviços na área de telecomunicações.

Na empresa, o profissional integra o time de Plataforma de APIs, dentro da Diretoria de 4ª Plataforma (Dados & IA), trabalhando no desenvolvimento de soluções que envolvem Inteligência Artificial e computação em nuvem, especialmente na plataforma Azure.

Há cerca de dois anos, diante do crescimento acelerado das aplicações de IA, Gustavo passou a estudar o tema de forma mais estruturada, buscando cursos e treinamentos internos e externos à empresa. O interesse pelos fundamentos e pelas aplicações práticas da tecnologia acabou se transformando em um objetivo de carreira. “Com o tempo, esse interesse se transformou em um objetivo claro de carreira: atuar diretamente nessa área”, explica.

A partir desse movimento, Gustavo participou de um processo seletivo interno que possibilitou sua migração para a equipe em que hoje atua. “Foi uma transição desafiadora, mas extremamente enriquecedora do ponto de vista técnico e profissional”, destaca. Entre suas atividades, estão o desenvolvimento de APIs e microsserviços, contribuindo para a integração e a comunicação entre os diferentes sistemas e plataformas utilizados pela empresa.

“Trabalho também no desenvolvimento de soluções baseadas em Inteligência Artificial, com foco na criação de prompts e automações utilizando o GitHub Copilot. Essas soluções têm como objetivo simplificar o trabalho dos desenvolvedores, aumentar a velocidade das entregas e elevar a precisão das implementações”, esclarece, adicionando que, na prática, essas iniciativas permitem que as equipes desenvolvam funcionalidades de forma mais rápida e segura, reduzindo falhas comuns em ambientes produtivos e ajudando a evitar indisponibilidades causadas por erros de desenvolvimento.

Sobre sua experiência enquanto aluno da Unisanta, Gustavo destaca que o curso de Engenharia de Computação teve um papel fundamental em sua formação profissional. “A universidade consegue equilibrar muito bem teoria e prática, preparando o engenheiro para atuar de forma ativa na linha de frente dos projetos e não apenas ‘atrás do computador’, ainda que essa seja a nossa principal ferramenta de trabalho. Esse modelo mais didático e próximo da prática é um grande diferencial. Hoje, infelizmente, é comum ver profissionais se formando apenas assistindo a um instrutor ou professor escrever código, sem de fato colocar a mão na massa. A experiência prática proporcionada pela universidade faz toda a diferença na formação de um engenheiro mais preparado para os desafios reais do mercado”, ressalta.

Para os próximos passos de sua carreira, Gustavo pretende seguir se aprofundando nos conhecimentos em Inteligência Artificial e Cloud, com o objetivo de alcançar uma atuação mais consultiva dentro da empresa. Para isso, tem se especializado cada vez mais em arquitetura de APIs, buscando desenvolver uma visão mais analítica e estratégica sobre as demandas da área. “A ideia é conseguir contribuir não apenas com código, mas também com decisões técnicas, apoiando os colegas de trabalho, disseminando boas práticas e garantindo altos padrões de qualidade, tanto em nível de arquitetura quanto de desenvolvimento de software”, finaliza.